
Mulher e Direitos Humanos · Projeto
Um manifesto pela voz das mulheres em ilhas ultraperiféricas como os Açores
O Manifesto é um projeto inserido d'A Costela de Lilith, de autoria e patente de Patrícia Soso, para dar palco, voz e reconhecimento às mulheres. Reúne escuta, arte, formação e advocacy num percurso que coloca os direitos humanos no centro.
Eixos do projeto
Escutar, escrever e afirmar os direitos das mulheres
Voz
Cada mulher tem direito a contar a sua história. O Manifesto começa na escuta: recolher testemunhos que ainda não foram ouvidos em espaço público.
Corpo
O corpo é arquivo e território. Reivindicamos o direito de cada mulher sobre o seu próprio corpo, a sua saúde e a sua integridade.
Justiça
Os direitos humanos das mulheres não são negociáveis. O Manifesto exige igualdade de acesso à justiça, à segurança e ao reconhecimento social.
Comunidade
A mudança é coletiva. O Manifesto constrói redes de cuidado entre mulheres, famílias e organizações para transformar o território.
Território
As ilhas ultraperiféricas como os Açores são palco e sujeito. O Manifesto defende políticas culturais e sociais que respondam às realidades insulares.
O Manifesto nasce da convicção de que a arte é um instrumento de direitos humanos. Quando uma mulher entra em cena, leva consigo a história de uma comunidade inteira — e, ao contá-la, transforma o espaço público.
A primeira edição do projeto está em fase de desenho. Estamos à procura de parceiras e financiamento para desenvolver oficinas, espetáculos e ações de advocacy que nasçam das próprias mulheres dos territórios.
Criação autoral de Patrícia Soso
O Manifesto é uma criação autoral de Patrícia Soso. O projeto convida mulheres a escreverem, coletivamente, um manifesto sobre um tema específico das suas vidas e dos seus territórios. Esse manifesto será depois apresentado nos espaços abertos das reuniões de câmara e da Assembleia Legislativa Regional, levando a voz das mulheres aos espaços de decisão política.
Outro objetivo é desenvolver teatro legislativo em parceria com a Ordem dos Advogados — atualmente em stand by — para avaliar legislação existente e propor alterações imperativas que respondam às realidades das mulheres dos territórios insulares.
