Público e cena durante uma apresentação em São Jorge

Percurso · Próxima edição

São Jorge 2026 — seis grupos numa só criação

A edição mais ambiciosa do projeto. Inspirada nas Novas Cartas Portuguesas, de Maria Isabel Barreno, Maria Teresa Horta e Maria Velho da Costa, e no imaginário visual de Maria Hesse, cruza a escrita de autoras jorgenses com relatos autobiográficos das participantes.

Os grupos

Quem sobe a cena

Operárias da fábrica de atum

Mulheres da indústria de transformação de peixe.

Trabalhadoras das queijarias

Mulheres da produção de queijo de São Jorge.

Alunas das escolas

Escola Básica e Escola Preparatória da Calheta.

Filarmónicas

Mulheres das bandas filarmónicas locais.

Coro

Direção de Marla Monteiro.

Grupo comunitário

Grupo aberto à comunidade alargada de São Jorge.

Ensaio do processo de criação coletiva em São Jorge

Matéria dramatúrgica

De onde parte a criação

Depois da Bruma
Texto dramaturógico da ilha das Flores, escrito por Ana Cózar e Liliana Janeiro a partir das histórias recolhidas nas ilhas. Inclui textos adaptados das escritoras açorianas Gabriela Silva e Maria de Jesus Tomaz. Traduzido para seis línguas para uma equipa internacional.
Novas Cartas Portuguesas
A obra de Maria Isabel Barreno, Maria Teresa Horta e Maria Velho da Costa é referência dramatúrgica da edição: a carta como forma de dizer o desejo, a falta e a resistência.
Maria Hesse
O imaginário visual da ilustradora informa o desenho de cena, os figurinos e a paleta cromática da criação.
Autoras jorgenses
Textos de escritoras da ilha cruzam-se com os relatos autobiográficos recolhidos nas oficinas.

Apresentações públicas

11, 12 e 13 de dezembro de 2026

Museu Francisco de Lacerda — Calheta, São Jorge, Açores

Participantes do processo de criação têm entrada livre mediante inscrição confirmada.

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